Bombas Gravitacionais De Precisão – Moderna Geração Bélica dos EUA

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As chamadas bombas gravitacionais de precisão são lançadas por aeronaves, caindo pela ação da gravidade, utilizando sistemas de guiagem eletrônica para atingir o alvo com extrema precisão.

Um dos exemplos mais citados nesse contexto é a “GBU-57 Massive Ordnance Penetrator”, uma das bombas convencionais mais poderosas já desenvolvidas.

Essas bombas são liberadas por aeronaves, como o bombardeiro furtivo Northrop B-2 Spirit. Durante a queda utilizam sistemas de navegação por GPS militar e navegação inercial. Pequenas aletas ajustam a trajetória da bomba enquanto ela desce, permitindo atingir coordenadas previamente programadas com eventual erro de apenas alguns metros.

Muitas dessas armas são do tipo antibunker, projetadas para penetrar o solo ou estruturas de concreto antes de explodir. O corpo da bomba é fabricado com aço extremamente resistente e o sistema de detonação é retardado, fazendo com que a explosão ocorra somente após a penetração em profundidade.

A GBU-57 Massive Ordnance Penetrator pesa cerca de 13,6 toneladas e foi projetada para destruir instalações subterrâneas fortemente protegidas, como bunkers militares ou complexos nucleares enterrados em montanhas.

Esse tipo de armamento representa avanço importante em relação às bombas antigas. Durante a Segunda Guerra Mundial, as bombas eram de queda livre sem guiagem e podiam errar o alvo por centenas de metros, exigindo grandes bombardeios de área.

Com as bombas modernas guiadas, a precisão é muito maior e a capacidade destrutiva também aumenta, porque a explosão ocorre dentro da estrutura subterrânea, concentrando o impacto no alvo.

Por essa razão, bombas desse tipo são consideradas armas estratégicas para atingir instalações militares profundamente enterradas, como algumas bases nucleares, em bunkers construídos pelo Irã.

Os EUA estão ameaçando usar essas bombas contra o Irã.

Fontes; pesquisas virtuais.

Paulo Dirceu Dias
paulodias@pdias.com.br
Sorocaba – SP
05/03/2026

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