STEPHENSON 2 18 A MAIOR ESTRELA DO UNIVERSO
O nome da maior estrela conhecida do universo é a Stephenson 2-18. Tem praticamente 1 hora luz de diâmetro! A própria luz demora cerca de 1 hora para chegar no outro lado dela.

Stephenson 2-18 é uma estrela extremamente grande, classificada como uma supergigante vermelha.
Está localizada na região da constelação de Escudo, dentro de um aglomerado estelar muito distante da Terra. Sua fama vem do fato de estar entre as maiores estrelas já medidas pelos astrônomos.
Quando se diz que ela tem “quase uma hora-luz de diâmetro”, significa o seguinte; a luz percorre cerca de 300 mil quilômetros por segundo. Em uma hora, ela viaja pouco mais de 1 bilhão de quilômetros.
As estimativas indicam que o diâmetro de Stephenson 2-18 é da ordem de bilhões de quilômetros, comparável a esse valor. Assim, se fosse possível atravessar a estrela com um feixe de luz, ele levaria algo próximo de uma hora para ir de um lado ao outro. Esse é apenas um modo didático de expressar o tamanho colossal da estrela.
Em termos mais usuais na astronomia, Stephenson 2-18 teria um raio superior a 2.000 vezes o raio do Sol. Se ela fosse colocada no centro do Sistema Solar, sua superfície ultrapassaria a órbita de Júpiter, englobando Mercúrio, Vênus, a Terra, Marte e boa parte do espaço além.
Apesar de muitas matérias a chamarem de “a maior estrela do universo”, é importante esclarecer que isso não é uma certeza. Medir estrelas tão distantes é difícil, e há incertezas sobre sua distância exata e seu tamanho real.
Outras supergigantes vermelhas também disputam esse título. Portanto, o mais correto é dizer que ela é uma das maiores estrelas conhecidas.
Essas estrelas gigantes são muito diferentes do Sol. Elas estão em fase avançada de evolução, queimando combustível rapidamente e perdendo massa por meio de ventos estelares intensos. São estrelas instáveis e relativamente raras, e seu fim provavelmente será uma explosão de supernova.
Em resumo, Stephenson 2-18 é uma estrela colossal, entre as maiores já identificadas, com dimensões tão grandes que podem ser explicadas usando o tempo de viagem da luz.
A afirmação chama atenção, mas deve ser entendida como uma estimativa impressionante, não como um recorde definitivo e incontestável.
Fontes; pesquisas virtuais.
Paulo Dirceu Dias
paulodias@pdias.com.br
Sorocaba – SP
12/01/2026

